“Luz Fantástica” explora o fenômeno que
nos rodeia e que afeta praticamente todos os aspectos das nossas vidas, mas que
nós nem questionamos por ser tão banal: a luz.
Estudiosos gregos, árabes, e mais tarde, europeus, como Descartes e Newton, tentaram
compreender a luz para poderem perceber melhor a essência de Deus. O
primeiro episódio mostra-nos o como as origens da ciência moderna vieram do
desejo de penetrar na natureza divina da luz.
Michael Mosley
embarca em uma viagem informativa e ambicioso explorar como a evolução do
conhecimento científico está intimamente entrelaçada com a trajetória histórica
da sociedade.
Michael começa com a história de uma das grandes
convulsões da história humana - como viemos a compreender que o nosso planeta
não era o centro de tudo no cosmos, mas apenas um dos milhares de milhões de
corpos em um vasto e crescente universo.
Ele revela o papel crítico da
astrologia medieval em mudar a nossa visão do céu, e as conexões surpreendentes
para as perturbações do Renascimento, o crescimento de lojas de café e óleo de
Califórnia e os barões ferroviários.
Michael mostra quão importante é a habilidade
prática dos artesãos têm sido para esta história e descobre como Galileu fez o
seu telescópio para perscrutar os céus, e ao fazê-lo ajudado a mudar a nossa
visão do universo para sempre.
O documentário traz esclarecimentos
sobre a descoberta da Teoria da Relatividade Geral e acompanha também,
ficcionalmente, os últimos dois dias de vida do cientista, enquanto lutava por
finalizar a sua última grande teoria. O diálogo é baseado nas próprias palavras
de Einstein, revelando como ele era na realidade um homem brilhante,
encantador, amargurado e só.
Albert Einstein nasceu em Ulm, na Alemanha, a 14 de Março de 1879, e faleceu no
dia 18 de Abril de 1955, em Princeton, nos Estados Unidos.
A vida de Albert Einstein, o maior cientista da
nossa era aproximava-se do fim. No seu passado arquitetara teorias
extraordinárias, mas no seu leito de morte continuava a trabalhar naquela que
ele esperava vir a ser a sua teoria mais grandiosa.
Prof. Micho Kaku
(City University, New York):“Seria o Santo Graal da ciência, seria a Pedra Filosofal,
seria a mais fantástica de todas as descobertas científicas, desde que o Homem
surgiu na Terra...”
Há mais de trinta
anos que ele trabalhava nesta última grande teoria. Contudo, durante esse
período muitos cientistas pensavam que ele estava a desperdiçar o seu tempo.
Prof. Michel
Janssen (Uni. Minnesota): “Nos seus últimos anos, a comunidade
científica via Einstein como alguém que perdera completamente o contacto com a
investigação moderna, quase como um velho tonto, uma relíquia.”
A tragédia era que, na opinião
de muitos, a última grande teoria de Einstein estava destinada ao fracasso
mesmo antes de ser formulada. E tudo isto devido aos seus preconceitos. Ele não
aceitava que os frutos do seu próprio trabalho colidissem com a sua crença do
modo como o Deus construíra o nosso Universo.
A odisseia de
Einstein começou em Berna, em 1905, em vésperas de publicação dos seus maiores
triunfos científicos. Foi nesta pequena cidade suíça que ele começou a fazer
descobertas fantásticas.
Neste período da
vida de Einstein ele tinha se afastado completamente da vida acadêmica. Nenhuma
universidade lhe dava emprego. Em lugar disso, trabalhava como oficial de 3.ª
classe na Repartição de Patentes, avaliando os inventos mais recentes.
Trocando impressões
com um círculo restrito de amigos começou a escrever artigos científicos.
Procurava respostas para perguntas que nunca teriam sequer ocorrido à maioria
das pessoas. Chamava-lhes as minhas experiências mentais.
Dr. Brian Cox
(Univ. Manchester):Uma das experiências mentais de Einstein era: o que veria se
me deslocasse junto de um raio de luz? Einstein disse um dia que não estava interessado
neste ou naquele fenômeno, mas que gostaria de saber se eu fosse Deus como
criaria o Universo?
Em poucos meses, a
partir da Primavera de 1905 começou a redigir as ideias científicas mais
extraordinárias sobre a natureza do Universo que culminaram num dos artigos
mais famosos da história da ciência, com o título "Sobre a
electrodinâmica dos corpos em movimento".
Não citava referências e lia-se como num
encadear de pensamentos. Era o início da sua Teoria da Relatividade Restrita
que iria revolucionar nada mais nada menos, do que o modo como todos viam o
tempo.
O programa começa investigando as condições existentes nos primórdios da Terra, que foram capazes de possibilitar o surgimento da vida. Especulando se a centelha necessária não teria uma origem extraterrena, provinda de algum dos meteoritos que atingiram nosso planeta.
Neste último episódio, o Dr. Adam Rutherford mostra como o nosso conhecimento sobre as células nos trouxe a um dos momentos mais importantes da história. Os cientistas estão perto de repetir aquilo que aconteceu apenas uma vez em 4 bilhões de anos, a criação de uma nova forma de vida.
Este episódio mostra como cientistas entraram ainda mais fundo no mundo da célula à procura de revelar o ingrediente mágico que pode transformar um conjunto de compostos químicos em vida. Suas descobertas nos deixaram perto de criar a vida sozinhos.
Série
da BBC em três episódios na qual o biólogo, Dr. Adam Rutherford conta a
extraordinária história da busca científica para desvendar os segredos da
célula e da própria vida. Todos os seres vivos são feitos de células, unidades
estruturais dotadas de poder e complexidade quase inimagináveis.
Episódio
1 – O Reino Escondido
O programa inicia questionando o que é a vida e de onde ela vem. Este episódio
mostra como séculos de dogmas religiosos e científicos prejudicaram as
primeiras descobertas da existência de células, e como os cientistas começaram
a perceber que havia muito mais acerca da vida do que os olhos podiam ver. Do
progresso obtido por Antonie van Leeuwenhoek, comerciante de tecidos holandês,
que se especializou na fabricação de lentes e com um microscópio simples
conseguiu observar micro-organismos, passando por Robert Hooke com sua
inovadora obra “Micrografia”, pelo atraso científico da ideia da abiogênese,
além de outros fatos históricos marcantes na trajetória humana em busca da
compreensão da célula e, por consequência, da vida e de sua própria existência.
A Terra guarda apenas
um quarto de territórios virgens. E ainda assim esse imenso planeta consegue
intrigar seus habitantes com cenários inóspitos que os olhos humanos quase não
podem crer no que veem.
Como o clima do mundo
pode ser determinado pelas rochas geladas do Himalaia? Por que os pandas
gigantes não hibernam durante o inverno rigoroso da Ásia como seus primos do
Ártico? Por que os babuínos da Etiópia vivem em penhascos íngremes desse país
africano? É possível que a Amazônia seja fertilizada pelas tempestades de areia
do Saara, do outro lado do Atlântico?
As respostas para
esses e outros questionamentos estão na série 'BBC: Planeta Terra'. A produção
documenta o mais selvagem e misterioso de áreas poucos exploradas do planeta,
divididas de acordo com sua geografia impressionante: cavernas e desertos,
grandes oceanos, montanhas e áreas de água doce, e grandes planícies.
Mais do que
documentar áreas isoladas do planeta, como o deserto de Gobi, na Mongólia, ou
as cavernas do Sótano de las Golondrinas, no México, esses vídeos são um olhar
profundo (no sentido mais literal da palavra) que testemunha os lugares mais
escondidos e que, por sorte, poucos terão chance de conhecê-los, pessoalmente.
O planeta
parece pequeno quando diante da tela são reveladas imagens aéreas sobre
paisagens inusitadas como as geleiras de Baltoro, no norte do Paquistão, ou as
delicadas tomadas subterrâneas que invadem corredores jamais explorados das
cavernas alagadas do México ou dos canais de geLo do Monte Branco, o pico mais
alto da Europa ocidental.
Na América do Sul,
lugares como a Patagônia, o Salar do Atacama e a brasileira Floresta Amazônica
e Cataratas do Iguaçu não ficam de fora e são apresentadas com imagens de
impacto.
Se a vida humana
parece escassa nos diversos destinos retratados nos vídeos, a vida animal
(inclusive a mais tímida) dá as caras em todos os episódios. Os raros
panda-vermelha e o leopardo da neve, os insistentes grous que lutam contra os
ventos fortes do Everest para chegar à Índia, e os quase extintos camelos
selvagens da Mongólia são alguns dos registros de que o mundo ainda tem muito a
ser descoberto.